sábado, 17 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Família Carmelita
João Soreth, posteriormente venerado como Beato, fundou, em primeiro, em 1452, a Ordem Carmelita das Monjas de Clausura, para as mulheres que, vivendo em mosteiros, emitiam os votos dos Conselhos Evangélicos: pobreza, obediência e castidade. Estas Monjas de clausura receberam como normas de vida a própria Regra dos religiosos carmelitas, elaborada por Santo Alberto. Para a Ordem Terceira do Carmo como se tratasse de um movimento de leigos, o Beato João Soreth elaborou, três anos mais tarde, em 1455, uma outra Regra específica para os terceiros carmelitas, embora incluisse nessa Regra alguns elementos da Regra de Santo Alberto, atendendo assim as exigências e necessidades daqueles leigos, homens e mulheres, solteiros, casados ou viúvos, afiliando-os à Ordem do Carmo. Hoje, a Ordem Terceira do Carmo tem sua nova Regra de Vida, aprovada pela Santa Sé em 2003 e o Decreto de Promulgação pela Cúria geral Carmelita, em 16 de julho de 2003.
Assim temos a grande Família Carmelita, composta pelos frades (Ordem 1ª), as monjas (Ordem 2ª) e os leigos carmelitas (Ordem 3ª). Ainda temos as irmãs das diversas Congregassões Carmelitas, filiadas à Ordem do Carmo, que fazem parte desta grande Família, bem como os diversos grupos de espiritualidade camelita.
Nossos Inspiradores
A Ordem do Carmo, não teve fundador, como as demais Ordens Religiosas, mas desde o seu início, no Monte Carmelo e na Europa, distinguiu-se como uma Ordem profundamente mariana e como teve a sua origem no Monte Carmelo, tão celebrado nas Sagradas Escrituras e como sendo o "habitat" dos Profetas Elias e Eliseu, a Ordem do Carmo passou a venerar Maria Santíssima e o Profeta Elias, como Inspiradores da Ordem do Carmo, cujas vidas são propostas como modelos mais perfeitos de santidade para todos os carmelitas.
Ordem do Carmo
Os irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, nasceu de um grupo de eremitas que viviam no Monte Carmelo desde os fins do século XII, procurando viver uma vida de radical seguimento a Jesus Cristo, na meditação constante da Palavra de Deus. Este era o propósito que vida desse grupo de eremitas estabeleceu para a sua vida espiritual. Sentindo a necessidade de imprimir uma estrutura que lhes assegurasse a sua existência na Igreja, recorreram a Alberto, Patriarca de Jerusalém e lhe pediram que os orientasse a viver de acordo com o estilo de vida que eles já praticavam no Monte Carmelo. Desta maneira, Santo Alberto redigiu uma "Norma de Vida" estabelecendo normas para a vida dos Eremitas. Com o passar do tempo, a Norma de Vida foi refeita sendo redigida a Regra de Vida e esta foi aprovada em 7 de outubro de 1247 pelo Papa Inocêncio IV; esta aprovação deu à Ordem do Carmo o caráter de "Regra dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo".
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